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Santo do Dia 07 de junho

 
 
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Santo Antônio Maria Gianelli

07 de junho


Antônio Maria Gianelli nasceu, no dia 12 de abril de 1789, em Cereta, Itália. Seus pais eram pobres agricultores e não tinham meios para que o filho continuasse seus estudos. Todavia, uma senhora chamada Nicoletta Assereto, dona das terras que eles cultivavam, custeou os estudos do jovem, que pôde frequentar como aluno externo as aulas do seminário e, depois, entrar e ordenar-se em 1812.

Nomeado vigário de São Mateus em Gênova, inscreveu-se na Congregação dos Missionários Suburbanos, fundada em 1773, para se dedicar às pregações populares. Além disso, ensinou retórica, por uma dezena de anos, no colégio de Carcare e, depois, no seminário de Gênova.

Era membro da diretoria da sociedade econômica, que mantinha um asilo de caridade e trabalho para órfãos, por isso, convidou um grupo de senhoras para ajudar neste asilo e, assim, nasceu o Instituto das Filhas de Maria do Horto.

Desempenhou as funções episcopais com muito zelo apostólico, visitando todas as paróquias da diocese. Morreu, em Piacenza, em 7 de junho de 1846. Foi beatificado por Pio XI, em 1925, e canonizado por Pio XII 1951.

Santo Antônio Maria Gianelli, rogai por nós!



Oração 

Deus, nosso Pai, não fazeis distinção de pessoas. Diante de vós, Senhor, todos somos iguais: ninguém é mais justo, é mais correto, é mais digno que o outro. Diante de vós, frágil é quem se julga forte; pobre, quem se acha rico; nada, quem se considera tudo; tolo, quem se reputa sábio. Ajudai-nos, pois, a construir um mundo em que a dignidade de cada pessoa seja respeitada e garantida. Uma sociedade em que os sentimentos de fé e de esperança prevalesçam sobre os da descrença e da falta de horizontes. Fazei florescer, em frutos de paz, as lágrimas dos corações aflitos. Saciai os que têm fome de justiça, de verdade e de libertação. Nenhuma voz seja calada à força; tropeço algum nos desvie do bom caminho. Nem a abundância nem a necessidade obscureçam nossa dignidade humana. Que se cumpram um a um nossos sonhos de fraternidade. Amém.






São Pedro de Córdova, fiel leigo


07 de junho


São Pedro de Córdova

São Pedro de Córdova e companheiros, testemunharam com esperança a ressurreição

Respondeu ao juiz  testemunhando Jesus Cristo, falando sobre a verdadeira religião, da Salvação, do único Salvador

O santo de hoje viveu num tempo de grande perseguição. Foi no século IX, no ano de 851: um rei de outra religião estava impondo para os cristãos a renúncia de Cristo e a adesão a tal outra religião. Claro que muitos optaram pela fidelidade a Jesus, mesmo em meio às ameaças e perseguições.

Pedro, fiel leigo, que foi para Córdova junto com outro amigo por causa dos estudos, deparou-se com aquela perseguição. Eles se apresentaram a um juiz, que questionou a fé daqueles cristãos. E Pedro respondeu testemunhando Jesus Cristo, falando sobre a verdadeira religião, da Salvação, do único Salvador. Aquele juiz não aceitou os argumentos e condenou Pedro e seus companheiros ao martírio.

Eles foram com alegria, testemunhando a esperança da ressurreição. Foram degolados e depois tiveram seus corpos dependurados e queimados, e ainda tiveram suas cinzas lançadas num rio, para que ninguém os venerasse.

Diante do testemunho desses mártires, peçamos a Deus a graça da fidelidade.

São Pedro de Córdova e companheiros, rogai por nós!   































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