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Pastoral Familiar

Atualmente a Pastoral Familiar está em processo de consolidação em nossa Paróquia, esse processo exige dedicação e empenho. Por isso, durante o período em que estamos estruturando nosso trabalho pastoral precisamos da adesão e colaboração de pessoas que tenham interesse em tomarem-se Agentes de Pastoral Familiar, colaborando com os processos de planejamento, aplicação e avaliação dos trabalhos realizados na nossa região paroquial.

As atividades realizadas pela pastoral a princípio contemplam Famílias e Pessoas em nível de Igreja Matriz, logo a perspectiva de alcançarmos todas as regiões que compõem a Paróquia São Pedro e São Paulo.

A Escola de Família, Projeto que pertence ao setor Pós-Matrimonial da Pastoral Familiar, funciona através de encontros quinzenais, onde são realizadas formações, e troca de conhecimentos sobre assuntos pertinentes a Família Cristã. Para fazer parte dessa escola ou da Pastoral Familiar necessário apenas ser Paroquiano. Aguardamos sua visita com ansiedade


Para ingressar:

-Ser católico, participar da Paróquia São Pedro e São Paulo e manifestar interesse em fazer parte da equipe;

-Ser integrado nas programações litúrgicas e festivas da Paróquia;

-Participar de reuniões para conhecer a filosofia de trabalho da Pastoral;

-Decidir que deseja fazer parte da Pastoral da Família


Dias e horário das Reuniões

As reuniões são quinzenais as 19:30hs


COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR 

Coordenação: 

Casal Arquidiocesano: Ronaldo e Aroliza 

Diretor espiritual: Padre José Carlos - CM

Coordenador Paroquial: Washington e Aline 
Fone: 9.8688-7080/9.8631-3029



PASTORAL FAMILIAR

O que é a Pastoral Familiar?
É um serviço que se realiza na Igreja e com a Igreja, de forma organizada e planejada por meio de agentes específicos, com metodologia própria, tendo como objetivo apoiar a família a partir da realidade em que se encontra, para que possa existir e viver dignamente, estabelecer relacionamentos e formar as novas gerações conforme o plano de Deus. Abrange todas as famílias, independentemente de sua situação familiar, com o propósito de promover a inclusão e resgatar os valores e a dignidade de cada pessoa.

Como começou?
No Concílio Vaticano II começou-se a delinear na Igreja uma proposta inspiradora para os esforços da evangelização da família. Desde o início de seu pontificado, o Papa João Paulo II dedicou atenção especial à família. No Brasil, a Pastoral Familiar começou a sistematizar a sua caminhada na década de 80, onde foram realizados vários encontros nacionais com os representantes de alguns movimentos e serviços familiares. Em 1981, no IV Sínodo dos Bispos, foi promulgado a Exortação Apostólica Familiaris Consortio sobre a missão da família cristã no mundo de hoje. Desde então, foram realizadas muitas ações pela Igreja no Brasil, mas, percebe-se que a missão da Pastoral Familiar é muito mais ampla, urgente e indispensável. Atualmente, a pastoral familiar pode contribuir para que a família seja reconhecida e vivida como lugar não somente de sacrifício, mas também de realização humana, a mais intensa possível na experiência de paternidade, de maternidade, de filiação, como estrutura de um pertencer que desperte crescimento, maturidade, e proporcione satisfação (cf. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, 2008-2010, n. 129). Por isso, a família deve ser ajudada por uma pastoral familiar intensa e vigorosa (cf. Bento XVI, Discurso inaugural, Aparecida, 2007, n. 5).


Missão:
A missão evangelizadora da Pastoral Familiar é a defesa e promoção da pessoa em todas as etapas e circunstâncias da vida e a defesa dos valores cristãos para o matrimônio e os relacionamentos pessoais e familiares. Para isso, é imprescindível promover articulações dentro e fora da Igreja, para defender a vida em todas as suas etapas e dinamizar e orientar ações em favor da família. A Pastoral Familiar possui quatro metas principais: Fazer da família uma comunidade cristã; Fazer com que a família seja santuário da vida; Resgatar para a família seu justo valor de célula primeira e vital da sociedade; Tornar a família missionária e Igreja doméstica.

Objetivos:
Formar agentes qualificados; Acolher toda família a partir da realidade em que se encontra; Santificar os laços familiares; Apoiar a família no seu papel educador; Promover a missão em família; Valorizar os tempos litúrgicos e datas civis; Articular o trabalho em conjunto com as outras pastorais e movimentos eclesiais; Estabelecer articulações também com forças externas à Igreja.


Como está organizada: 
Para alcançar os objetivos propostos, foi instituída a Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF composta pelo bispo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família, pelos bispos conselheiros, pelo assessor nacional, pelo casal coordenador nacional e pelos bispos, assessores e casais representantes da Pastoral Familiar nos 17 Regionais da CNBB e pelos representantes nacionais dos movimentos eclesiais, institutos e serviços familiares. Considerando a realidade brasileira e a experiência eclesial, a Comissão episcopal Pastoral para a vida e a Família, propõe a seguinte organização em nível diocesano e paroquial:

Setor Pré Matrimonial:
Preparação Remota. Articular com: crisma, jovens, catequese e escola. Preparação próxima: evangelizar namorados e noivos. Preparação Imediata: diálogo com o Padre, retiro espiritual, rito sacramental e celebração.

Setor Pós Matrimonial 
Oferecer ajuda e formação para recém-casados e grupos familiares. Formação contínua para a vida conjugal, familiar e comunitária e celebrações especiais.

Setor Casos Especiais  
Os casais em segunda união e seus filhos sejam acolhidos, acompanhados e incentivados, conforme sua situação, a participarem da vida da Igreja, segundo as orientações do Magistério (cf. Diretrizes…, n. 133). Acompanhar as diferentes realidades das famílias de migrantes, mães e pais solteiros, famílias com filhos deficientes ou drogados, famílias distanciadas da igreja, matrimônios mistos, atenção especial aos idosos, viúvos, casais em segunda união, alcoolismo etc.


Responsáveis pela Pastoral Familiar:
Bispos, sacerdotes e diáconos;
Religiosos e religiosas;
Agentes leigos devidamente formados;
Famílias;
Movimentos;
Serviços e institutos familiares;
Leigos especializados;
Outros agentes: casos especiais.

Pastoral Orgânica:

A Pastoral Familiar constrói sua organicidade buscando estabelecer cooperação com outras iniciativas da Igreja, no estilo Corpo de Cristo. É uma pastoral bastante abrangente, inclue o casal, os filhos, os parentes, a comunidade e a sociedade. Por isso, deve trabalhar com as outras pastorais, porque tudo parte da família e, ao mesmo tempo tudo se dirige à família, é voltada para a família, “um dos eixos transversais de toda a ação evangelizadora”. E, nela todas as pessoas têm lugar, todas as pastorais, movimentos, serviços e institutos, de uma maneira ou de outra, têm sua contribuição a dar, como também sua contribuição a receber. A Pastoral Familiar surge como uma resposta da Igreja em favor da família que, agredida, se desestrutura e tem dificuldades de existir, evangelizar os relacionamentos, e formar cidadãos. Já dizia João Paulo II que “o futuro da humanidade passa pela família”. Isso significa que na medida em que descuidamos dessa instituição básica da sociedade que é a família, na medida em que não a reconstruirmos e fortalecermos, na medida em que a deixamos ir à deriva e não lhe dermos condições ótimas de cumprir sua vocação e sua missão, nessa medida, o futuro da humanidade fica ameaçado. A família é essencial para construir um futuro digno para a sociedade humana. A verdade é que tudo passa pela família. Para o ser humano, tudo se inicia na família. Ali são postos os fundamentos sobre os quais se constrói a vida de cada um. Na medida em que esta passagem pela família for desastrosa, também o futuro será desastroso e na medida em que esta passagem for positiva, educadora, personalizada, socializadora, o futuro será bom (CNBB, Encarte do Boletim Semana, 21/08/2003, n. 694).

Implantação:

“Em cada Diocese, vasta ou pequena, rica ou pobre, dotada ou não de clero, o bispo estará agindo com sabedoria pastoral, estará fazendo “investimento” altamente compensador, estará construindo, a médio prazo, a sua Igreja particular, à medida que der o máximo apoio a uma Pastoral Familiar efetiva” (João Paulo II, junho de 1.990 aos Bispos Brasileiros em Roma). “A família deve ser a vossa grande prioridade pastoral! Sem uma família respeitada e estável, não pode haver organismo social sadio, sem ela não pode haver uma verdadeira comunidade eclesial” (João Paulo II, outubro de 1.991 aos Bispos Brasileiros em Campo Grande, MS). “Em toda Diocese se requer uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa para proclamar o Evangelho de Família, promover a cultura da vida e trabalhar para que os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados” (Papa Bento XVI, V Conferência de Aparecida, 1997).






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