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Cerimoniário / acólito

 
 
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Em Construção

MAST - Ministério de Acólito São Tarcísio 

“Para mais dignamente exercer as suas funções, deve o acólito participar na sagrada Eucaristia cada dia com mais fervor e piedade, alimentar-se dela e adquirir a respeito dela um conhecimento cada vez mais elevado. Empenhe-se em penetrar o sentido íntimo e espiritual das ações que realiza, de modo que todos os dias se ofereça inteiramente a Deus e se entregue com sincero amor ao Corpo místico de Cristo, quer dizer, ao povo de Deus, cuidando principalmente dos fracos e dos enfermos.” (29, Caeremoniale Episcoporum)




Coordenação:

Coordenação MAST
Thaynara
Ordenir
Fone: 98574.6118
Fone: 98695.7071

Dia da Reunião:    2ª sexta do mês (Coordenadores)


Coordenação MESTRE DE CERIMÔNIA
Saulo Vinicius
Lucas
Fone: 
Fone: 


Coroinha

Coroinha (do latim pueri chori, "menino do coro"), Acólito Extraordinário ou Acólito Não-Instituído, é uma criançaadolescenteadulto ou idoso (desde que tenha sido batizado e que já tenha feito a Primeira Comunhão Solene) que auxilia os sacerdotes nas funções do altar.

Em 1994, Sua Santidade, o Papa João Paulo II, autorizou que meninas também servissem ao altar . Atualmente, em algumas paróquias a função de coroinha é permitida também às meninas chamadas assim de Clarissas , mas sua autorização deve provir do Ordinário local.

Coroinha é um termo presente na tradição litúrgica brasileira. Nos documentos litúrgicos não existe qualquer menção, existindo apenas os Acólitos Instituídos e os não-instituídos (estes últimos, então, popularmente chamados de coroinhas).


Origem do termo 

Não há concordância, mas existem duas principais explicações para o termo. Há os que dizem que coroinha vem da antiga celebração da Santa Missa, em que partes do ritual eram cantadas em coro. Ocasionalmente, alguns dos meninos do coro eram solicitados para auxiliar os padres no altar, donde lhes foi dado o nome coroinhas. Outros, que a origem do nome se deve ao fato de que os clérigos recebiam a tonsura quando ordenados (símbolo de pobreza e submissão ao Cristo). A tonsura é a raspagem do cabelo no cimo da cabeça em forma de coroa. Alguns coroinhas recebiam também uma pequena tonsura chamada "coroa", daí a origem do nome nome.


Vestes 

As vestes litúrgicas do coroinha, em geral dos que são mais jovens, seguem alguns padrões: batina de cor vermelha, com sobrepeliz branca, mas normalmente se vê coroinhas e acólitos com a túnica branca e cíngulo (veste própria dos acólitos). Na presença de uma entidade episcopal os coroinhas mitrífero e baculífero podem usar vimpas para evitarem o contato direto com as insígnias episcopais.

O Padroeiro

O Padroeiro dos coroinhas é São Tarcísio, jovem mártir romano dos primeiros séculos da Era Cristã. Alguns consideram também Santa Maria Goretti, como padroeira das meninas coroinhas. Há também uma corrente que atribui modernamente a São Domingos Sávio (também padroeiro dos adolescentes), o título de padroeiro dos coroinhas. Além desses existe o São Nicolau, mais conhecido no Brasil como "Papai Noel", que e padroeiro dos pobres e das crianças e que também ganhou seu reconhecimento como padroeiro dos coroinhas em alguns lugares. Em Portugal, por decisão dos bispos portugueses, foi escolhido como padroeiro para os acólitos, o Beato Francisco Marto, devido à sua devoção a Deus e ao seu amor pela Eucaristia.


O Padroeiro dos coroinhas: São Tarcísio, Martir.São Tarcísio

"Tarcísio nasceu em Roma, por volta do ano 245. Antes de completar 7 anos, perdeu o pai e a mãe. Foi, então, adotado por uma família que morava próximo a sua casa. Era tratado como filho, porém tudo isso não o fez esquecer a irreparável perda de seus pais.

Certo dia, Tarcísio ficou sabendo que os cristãos se encontravam escondidos nas catacumbas para rezarem e agradecer a presença de Cristo no meio deles. Tarcísio em conversa com sua mãe adotiva, descobriu que também podia ser cristão, e exultou de contentamento ao saber. Parecia que algo lhe tivesse tocado o coração. A partir daquele dia, não quis mais perambular pelas ruas. Passou a ter um comportamento exemplar. Gostava imensamente de ouvir os exemplos de fé e heroísmo oferecidos pelos cristãos. Isso ajudava a crescer o seu amor por Jesus. No dia seguinte ao batismo, Tarcísio voltou à catacumba para receber a Santa Comunhão. Não tinha palavras para exprimir sua alegria. Ele seria alimentado pelo pão dos anjos, na certeza de que nada poderia separá-lo do amor de Cristo, nem mesmo a dureza da perseguição que estava se desencadeando sobre os cristãos. Tarcísio participou da missa pela primeira vez.

Na noite daquele dia, em que o edito foi proclamado, o papa Sisto II convocou os cristãos para se dirigirem às catacumbas e, assim, proferiu que muitos haviam sido presos e levados para a escuridão dos cárceres, mas que precisava de alguém para levar o pão do céu até eles. Perguntava a todos quem se dispunha a levar, Tarcísio com sua inocência gritou que faria o sacrifício. Mas o papa Sisto II questionou o fato de ele ser uma criança, porém Tarcísio argumentou que exatamente por ser uma criança, não seria visto, e isto convenceu o papa entregando uma teca a Tarcísio. Era uma prova de amor a Jesus e aos irmãos encarcerados, Tarcísio era agora, um apóstolo da caridade.

Certo dia Tarcísio recebeu a incumbência de levar o Cristo eucarístico aos presos do cárcere que ficava no centro da cidade. Enquanto ia andando, levando Jesus Cristo sobre o peito, não se cansava de rezar. No caminho alguns pagãos viram que Tarcísio segurava uma pequena caixa sobre o peito e exigiram que lhes mostrasse o que estava carregando. Usaram de toda a violência contra ele e apedrejaram-no. Temendo que as hóstias consagradas fossem profanadas, ele, apesar de toda luta, conseguiu comungá-las. Rezando a Cristo, a quem amava de todo o coração, caiu sangrando no chão. Um oficial romano, vendo aquele linchamento brutal, correu para salvar a vítima. Ajoelhou-se, ergueu a cabeça ensanguentada e do ferido e reconheceu Tarcísio. Tomou o pequeno em seus braços, e o levou às catacumbas onde se encontravam outros cristãos, mas Tarcísio morreu nos braços do oficial romano.

Os cristãos reunidos receberam com grande comoção o corpo de Tarcísio. E ali mesmo celebraram a eucaristia, junto ao mártir da eucaristia. Conta-se que duas lágrimas desceram da face do santo Padre o Papa Sisto II que, ajoelhado, venerava o inocente mártir."

Essas informações são as únicas existentes sobre o pequeno acólito Tarcísio. Foi o papa Dâmaso quem mandou colocar na sua sepultura uma inscrição com a data de sua morte: 15 de agosto de 257.

São Tarcísio, rogai por nós!

Há também anjos padroeiros como:

  • São Miguel Arcanjo (o lutador)
  • São Gabriel
  • São Rafael
  • Santo António

Oração do Coroinha


Ó Meu Bom Jesus
que vivias com o pai celeste
em profunda e filial sintonia,
aceite nossa dedicação
a serviço da liturgia.
É nosso desejo tratar com respeito, mas sem preconceito,
as pessoas da comunidade
que contam com seu auxílio
nessa difícil caminhada.
Dai-nos um coração repleto de amor
aos pobres e simples deste mundo.
Alimenta-nos com suas palavras
e com seus ensinamentos,
pois queremos te ajudar,
ó Jesus,
a transformar a sociedade,
e assim celebrarmos dignamente:
com sinais, ritos e movimentos,
a salvação que nos oferece hoje e sempre
em favor da humanidade.

Amém


Os 10 Mandamentos do Coroinha

1. Ser responsável e assíduo.

Quase que este é o Mandamento Principal do Coroinha: dever ser uma pessoa altamente responsável com a função que exerce; dever ter um cuidado especial com todos os objetos litúrgicos que manuseia. Quando for escalado, não deve faltar à Celebração. Deve também evitar faltar ou chegar atrasado aos encontros, pois para servir no Altar, não bastando só estar no Grupo, deve-se seguir este e os outros mandamentos que nós veremos a seguir.

2. Ser disponível.

O Acólito exerce um Ministério dentro da Igreja. Ou seja, faz um serviço que nenhuma outra pessoa é capaz ou está autorizada a fazer. Por isso, quando o Acólito for escalado para alguma Celebração, ele deve prontamente dizer SIM, EU VOU. Salvo se o Coroinha tiver outro compromisso que não poderá desmarcar naquele momento, caso em que estará dispensado.

3. Ser atencioso.

Acolitar significa servir; no nosso caso, servir no altar durante as Celebrações da Missa. Desta maneira, o Acólito deve ficar atento a todas as necessidades do Celebrante do decorrer da Missa.

4. Ter um comportamento exemplar.

O Acólito, pela sua função no Altar, é uma pessoa altamente visualizada por toda a comunidade. Desta forma, automaticamente, o Acólito vira uma espécie de modelo de criança ou adolescente, para todas as pessoas da comunidade. Assim sendo, o Coroinha deve honrar esse grande papel que está exercendo na comunidade, comportando-se dignamente.

5. Ter cuidado com as vestimentas, a postura e os gestos.

O Acólito é obrigado a ter um cuidado especial com estes três itens. As vestimentas dos acólitos devem ser dignas; durante os encontros deve-se evitar vir de bermuda, mini-saia, roupas curtas ou imprópria ao ambiente da Igreja. E para as Celebrações nem se fala, o Acólito tem que se vestir o mais discreta e compostamente possível. Já a postura e os gestos também devem ser condizentes com o Ministério de Acólito. O Coroinha deve evitar passar a mão no cabelo, nariz, ouvido, garganta e outras partes do corpo, pois o Coroinha manuseia objetos que contêm, além do Corpo e Sangue de Jesus, alimento que será consumido pela comunidade. Com relação aos gestos deve-se evitar todos aqueles de natureza obscena ou que sejam desrespeitosos.

6. Ser Estudiosos.

O Coroinha é uma pessoa diferente, que tem que ser bom em tudo que faz. Inclusive na Escola. Então, para servir no Altar, o Coroinha tem que ser um bom aluno, ou seja, precisa tirar boas notas; tem que tirar notas acima da média. Caso tenha algum conceito insuficiente será suspenso das suas funções, e dependendo das notas poderá ser até ser convidado a sair do Grupo de Acólitos.

7. Considerar e honrar a sua Família.

O Acólito deve ser um modelo exemplar também dentro da sua família. Ninguém vive sadiamente sem família. As pessoas que não têm família, possuem na maioria das vezes algum problema de ordem psicológica. E muitas vezes, mesmo tendo em casa a nossa família, nós não a tratamos com a devida importância e respeito, gerando dessa forma muitos problemas que, com o passar do tempo, não podem ser mais consertados.

8. Respeitar Todas as Pessoas.

O mundo em que vivemos não está restrito à nossa família, à escola ou à igreja. Nós, seres humanos necessitamos de gente, muita gente mesmo, para brincar, jogar, conversar …, ou seja, viver decentemente. Para isso temos de respeitar, tratar bem, ser educado com todas as pessoas de quem nós gostamos, e também com aquelas que não gostamos. Porque dizia Jesus: Perdoar um amigo é fácil; quero ver você perdoar um inimigo.

9. Ser um Amigo Verdadeiro.

Umas das grandes qualidades do Acólito é passar todos os seus conhecimentos para os Coroinhas mais novos. Dentro do Grupo de Acólitos deve existir uma amizade verdadeira entre os componentes. Devem-se evitar fofocas, disse-me-disse, brigas, discussões ou qualquer outra ação que venha desencadear a desunião do Grupo. Caso o Acólito não se enquadre nesse esquema será convidado a sair do Grupo.

10. Nunca Esquecer a Oração.

Este é o principal Mandamento do Acólito. A Oração é o combustível do Católico. Sem ela, o nosso tanque de gasolina secará, e nós pararemos no meio do caminho, igual a um carro. Com ela, nós conseguimos ter os mais íntimos contatos com Deus Pai. Devemos recorrer à oração em todos o momentos de nossas vidas. Para agradecer, interceder, suplicar, ou para simplesmente conversar com Deus. Não podemos desperdiçar nenhuma oportunidade, temos que abraçar todas. Quando rezamos de maneira correta e consciente, ao terminar, ficamos com o gostinho de quero mais. Podemos rezar em qualquer lugar, sozinhos ou acompanhados. Entretanto, a Oração mais poderosa que existe na face da Terra é a Celebração da Santa Missa, onde o Coroinha participa dela de camarote. E pode ter certeza muita gente tem uma certa inveja da localização dos Coroinhas dentro da Missa; por isso aproveite este privilégio que não são todos que têm.

Fonte: sites.google.com/site/pastoraldoscoroinhassjt





O Cerimoniário.

Cerimoniário é um dos ofícios da liturgia no rito romano, assim como os diáconos, os acólitos, o sacristão, etc. Sua função é fazer com que a celebração brilhe pelo decoro e ordem, para isso o cerimoniário deve trabalhar em íntima colaboração com o sacerdote celebrante e as demais pessoas que tem por função coordenar as diferentes partes da celebração: o sacristão, o regente do coro, o coordenador dos acólitos, etc.
O cerimoniário deve ser perfeito conhecedor da liturgia, suas leis e preceitos, sua história e sua natureza. Deve levar em conta na preparação e na execução da cerimônia, não apenas sua organização de forma prática, mas também o aspecto pastoral. Nao deve perder de vista a tradição litúrgica da Igreja universal e os pios costumes da Igreja particular.

Do cerimonial dos bispos 

34. - Para que uma celebração, mormente quando presidida pelo Bispo, brilhe pelo decoro, simplicidade e ordem, é preciso um mestre de cerimônias, que a prepare e dirija, em íntima colaboração com o Bispo e demais pessoas que têm por ofício coordenar as diferentes partes da mesma celebração, sobretudo no aspecto pastoral.
O mestre-de-cerimônias deve ser perfeito conhecedor da sagrada liturgia, sua história e natureza, suas leis e preceitos. Mas deve ao mesmo tempo ser versado em matéria pastoral, para saber como devem ser organizadas as celebrações, quer no sentido de fomentar a participação frutuosa do povo, quer no de promover o decoro das mesmas.
Procure que se observem as leis das celebrações sagradas, de acordo com o seu verdadeiro espírito, bem como as legítimas tradições da Igreja particular que forem de utilidade pastoral.

35 - Deve, em tempo oportuno, combinar com os cantores, assistentes, ministrantes, celebrantes tudo o que cada um tem a fazer e a dizer. Porém, dentro da própria celebração, deve agir com suma discrição; não fale sem necessidade; não ocupe o lugar dos diáconos ou dos assistentes, pondo-se ao lado do celebrante; tudo, numa palavra, execute com piedade, paciência e diligência.

36 - O mestre de cerimônias apresenta-se revestido de alva ou veste talar e sobrepeliz. No caso de estar investido na ordem de diácono, pode, dentro da celebração, vestir a dalmática e as restantes vestes próprias da sua ordem. 


Cerimoniário é a mesma coisa que Mestre de Cerimônias?

Não necessariamente. Mestre de Cerimônias é o primeiro dentre os cerimoniários. Geralmente as dioceses tem um mestre de cerimônias oficial, mas cada celebração pode ter seu mestre de cerimônias. No Vaticano, o Mons. Guido Marini é o mestre de cerimônias litúrgicas pontificais; além dele, existem outros onze cerimoniários.


Quem pode ser cerimoniário?

Atualmente, não há nenhuma restrição acerca de quem possa ser cerimoniário, basta ser perfeito conhecedor da liturgia e suficientemente esclarecido acerca da necessidade pastoral. Podem ser presbíteros, diáconos ou leigos; existem casos até de um arcebispo desempenhando tal ofício.


Quantos devem ser os cerimoniários?

Não existe uma quantidade determinada de cerimoniários, mas sabe-se que não devem ser muitos, principalmente nas celebrações paroquiais. Afinal de contas, trata-se de um ministério que tem como principal função coordenar as diferentes partes da celebração; e não parece muito eficaz que em uma celebração haja mais pessoas coordenando do que exercendo outros ministérios.


Cerimoniário é Acólito?

Ainda que para muitos a diferença entre um e outro seja clara, cabe esclarecer a quem veja "cerimoniário" como um nome mais belo para a função de acólito. Acólitos, ainda que não instituídos, são todos aqueles que servem ao celebrante e os diáconos na missa; são os acólitos que exercem as funções de turiferário, naviculário, cruciferário, ceroferários, baculífero, mitrífero, librífero, etc. Os cerimoniários são aqueles que coordenam as celebrações, não apenas os ministério dos acólitos, mas todas as suas partes. Apresentam-se, naturalmente, em numero muito inferior ao dos acólitos e desempenham papéis diferentes deles. Nada impede, entretanto, que alguém que sirva ordinariamente como acólito, oficie como cerimoniário nas ocasiões paroquiais mais solenes. 


O que veste o cerimoniário?

O cerimonial dos bispos diz que o cerimoniário se veste com alva (pode ser acompanhado por alva e amito) ou com veste talar e sobrepeliz. Num ou noutro caso, seria conveniente que a veste dos cerimoniários se distinguissem, ao menos em algum detalhe da veste dos acólitos.
O cerimonial diz ainda que se quem exerce a função de cerimoniário for da ordem dos diáconos pode vestir-se da forma habitual para os diáconos oficiantes, com dalmática. Creio ser um pouco inapropriada esta vestimenta, pois a função dos diáconos é distinta da função dos cerimoniários, assim seria muito propício que se diferenciassem também pelas vestimentas.
Temos, ainda, o costume de, se o mestre de cerimônias é presbítero (ou, eventualmente, bispo), vista a estola para, junto com o presbitério e o bispo, confeccionar o crisma ou para o momento de impor as mãos durante a ordenação presbiteral.


Quais as funções do cerimoniário?

A função do cerimoniário deve iniciar-se bem antes da missa, verificando quais são os próprios da missa, quais partes serão cantadas, etc. Também é dever dos cerimoniários zelar para que algum possível livreto produzido para a celebração contenha os textos litúrgicos corretos e adequados àquela celebração.

Feito isso, combinar as funções com cada um daqueles que exerce algum ministério na celebração, por exemplo, se vamos usar o rito de bênção e aspersão de água benta, devemos avisar os acólitos para preparar a caldeira e o hissopo e os cantores para que cantem vidi aquam ou algum outro canto adequado para o rito de aspersão.

Nas procissões, não existe um lugar definido para os cerimoniários, eles devem se dividir ao longo dela a fim de auxiliar na movimentação de todos os ministros. Podem se colocar à frente do turiferário, guiando a procissão; um pouco atrás do celebrante, principalmente se for bispo, para cuidar das insígnias; podem se colocar à frente do concelebrantes, guiando-os para seus lugares que são distintos dos outros ministros. Podem ainda auxiliar o celebrante a subir ou descer os degraus, se for necessário. Podem atuar ainda na procissão das oferendas e do evangelho.

Os cerimoniários podem auxiliar na incensação, segurando a casula do celebrante para que não toque no turíbulo. E mesmo que não se segure a casula, o mestre de cerimônias, junto com o primeiro diácono acompanha o celebrante na incensação do altar.

Mudam as páginas do missal, tanto quanto o librífero leva o livro até a cátedra, quanto no altar.

É, também, função do cerimoniário por e retirar as insígnias do bispo e entregá-las aos acólitos-assistentes.

Incensar o Padre e o Povo na falta do Diácono.

Não estando o cerimoniário realizando nenhuma outra função, deve-se ter um ou dois cerimoniários juntos do celebrante para lhe servir em pequenas funções ou resolver algum imprevisto que surja durante a celebração.


O que não é função do cerimoniário?

Os cerimoniários não devem tomar as funções dos diáconos ou dos acólitos. Não devem segurar as pontas do pluvial nas procissões (falte os acólitos ou diáconos, ele pode assumir esta função), preparar o altar, incensar o celebrante ou o povo (no caso, falte o diácono para incensar o celebrante e o povo, o cerimoniário exercer essa função!), purificar os vasos sagrados, portar o Santíssimo Sacramento, etc.


Existe algum manual para o cerimoniário?

Tendo em vista que o cerimoniário deve ser "perfeito conhecedor da sagrada liturgia", creio que produzir um manual, como se faz para os coroinhas, para os MECE, pode ser danoso ao exercício dessa função. Dois grandes documentos sobre liturgia que fornecem um material muito rico para o estudo litúrgico e são indispensáveis para qualquer cerimoniário são o Cerimonial dos Bispos e a Introdução Geral do Missal Romano. Mas o cerimoniário deve buscar outros documentos no exercício de sua função e manter-se sempre atualizado.










A liturgia aos olhos dos cerimoniários, acólitos e coroinhas:

 

 “Assim trabalhou o homem sábio de coração, a quem o Senhor dera sabedoria e inteligência, para saber como havia de fazer toda a obra para o serviço do santuário, conforme o que o Senhor ordenou”.
 (Ex.-36,1)
 
” Se alguém me serve, siga-me e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu pai o honrará.”
(Jo. 12,26)

 

A Pastoral de Coroinhas, Acólitos e Cerimoniários, dentro da liturgia, encontra-se sempre ajudando nas celebrações que se tem. Isto é, deixar mais bonita e facilitada para que todos sintam-se a vontade, honrem a Deus, seus compromissos e participem de uma prazerosa celebração.

 

A participação desta pastoral faz com que as celebrações sejam mais organizadas e estruturadas. O Coroinha, Acólito e Cerimoniário juntamente com Ministros da Sagrada Comunhão exercem suas funções diretamente com o presidente da celebração.


Todos nós estamos a serviço de Deus através de uma paróquia ou comunidade, cada um com o seu objetivo, sendo que o maior deles é: ENCONTRAR-SE COM DEUS através da Eucaristia, centro da liturgia. (São Tarcísio)
 

 

Como faço para ser um Coroinha, Acólito ou Cerimoniário?

 

Para exercer uma dessas funções o requisito básico é GOSTAR DE IGREJA, em modo especial MISSA.
Outros requisitos podem aparecer, mas todos(homens ou mulheres) podem sentir-se chamados a esta missão, basta ter AMOR, DEDICAÇÃO, PACIÊNCIA e DILIGÊNCIA.
Procure o padre ou o coordenador da pastoral! 

 

Coroinhas: Geralmente são crianças de 07 aos 13 anos que auxiliam o presidente na santa missa preparando o altar com as oblatas, sendo naveteiros ou ceriferários e tocam a sineta.

 

Acólitos: São nas maioria das vezes jovens adolescentes de 14 a 18 anos que ajudam na celebração eucarística com o manuseio do Missal e demais livros sagrados(evangeliário e lecionários), Turíbulo e cuidam dos coroinhas. Eles são uma espécie de “evolução” dos coroinhas.

 

Cerimoniários: Estes geralmente são adultos com a idade acima de 18 anos que ficam próximo do celebrante para auxiliarem nas funções e observar a função das demais pastorais nas celebrações para que tudo ocorra bem e organizado. O Cerimoniário é um título dado a um determinado Acólito-mor(mais experiente). A responsabilidade dele é maior que as dos coroinhas e acólitos e funciona também como uma “evolução” de acólito.

 

 ***Lembrando que isso é apenas uma base de conhecimento, existem muitas paróquias e comunidades espalhadas pelo mundo que não tem essa pastoral nas celebrações ou as vezes tem, mas fazem funções diferentes.
 

 

Oração do Cerimoniário, Acólito e Coroinha

 

Senhor Jesus Cristo,
sempre vivo e presente conosco, tornai-me digno de vos servir no altar da Eucaristia, onde se renova o sacrifício da cruz e vos ofereceis por todos os homens. Vós, que quereis ser para cada um o amigo e o sustentáculo no caminho da vida, concedei-me uma fé humilde e forte, alegre e generosa, pronta para vos testemunhar e servir. E por que me chamastes ao vosso serviço, permiti que vos procure e vos encontre, e, pelo vosso sacramento, permaneça unido sempre.  Amém.







Notas importantes.:

[1] BÁCULO É usado nas procissões, na leitura do Evangelho e na administração dos Sacramentos, desde que não haja necessidade da imposição das mãos. Os usos na liturgia são os mesmos. Seu formato lembra um báculo de um pastor de ovelhas; Sua cabeça curva serve para puxar a ovelha para junto de seu rebanho e sua extremidade pontuda serve para atacar e ferir o lobo. Assim é o báculo de um Bispo: Como sucessor dos apóstolos, sua função é unir seu rebanho de fiéis e defendê-los do maligno.

[2] MITRA A mitra é um tipo de cobertura de cabeça fendida, consistindo de duas peças rígidas, de formato aproximadamente pentagonal, terminadas em ponta, por isso, às vezes chamadas corno ou cúspides, costuradas pelos lados e unidas por cima por um tecido, podendo ser dobradas conjuntamente. As duas cúspides superiores são livres e na parte inferior forma-se um espaço que permite vesti-la na cabeça.

[3] SOLIDÉU Na Igreja Católica, o solidéu foi adotado inicialmente por razões práticas — manter a parte tonsurada da cabeça aquecida em igrejas frias ou úmidas —, acabando por sobreviver como item tradicional do vestuário clerical com o significado de pertença total a Deus. Consiste em oito partes costuradas, com um pequeno talo no topo. Todos os membros ordenados da Igreja Católica podem usar o solidéu. Como grande parte da indumentária eclesiástica, a cor do solidéu denota o grau hierárquico do portador: o solidéu do Papa é branco, o dos cardeais é vermelho e designa-se por barrete cardinalício e o dos bispos, abades territoriais e prelados territoriais é violeta.

Monsenhores usam solidéu negro com algumas linhas violetas. Padres e diáconos usam solidéu negro, embora não seja comum o uso do solidéu por padres (com exceção dos abades) e extremamente raro por diáconos.

Todos os clérigos que possuem caráter episcopal retêm o solidéu durante a maior parte da missa, removendo-o no início do cânon e recolocando-o depois de concluída a comunhão. Os demais clérigos podem não usá-lo fora da liturgia.

[4] CASULA A Casula é uma veste litúrgica que pode ser confeccionada em seda ou damasco (tradicionalmente), em paramentos do século XVII e/ou XVIII. As cores variam conforme o rito litúrgico. Utiliza-se sobre a Alva e a Estola durante a celebração da Missa.

[5] COROINHA Acólito Extraordinário ou Acólito Não-Instituído, é uma criança, adolescente, adulto ou idoso (desde que tenha sido batizado e que já tenha feito a Primeira Comunhão Solene) que auxilia os sacerdotes: Bispo, Presbíteros e Diáconos, nas funções do altar.

[6] ACÓLITO é um membro da Igreja Católica, instituído ou não, que auxilia os ministros ordenados (Bispo, Padre ou Diácono) nas ações litúrgicas, sobretudo na celebração da Santa Missa. É um ministério próprio dos homens, porém podem ser aceites mulheres para acolitar, não podendo ser, contudo, instituídas.

[7] TURIFERÁRIO é o nome atribuído ao acólito incumbido de manusear o turíbulo durante missas festivas, solenes ou dominicais. Ele é acompanhado de um coroinha que leva a naveta, o Naveteiro.

[8] NAVETEIRO É o acólito ou seja o naveculario responsável por segurar a naveta cujo objeto serve como um recipiente dos incensos à serem postos no turibulo.

[9] CEROFERÁRIO ou Ceriferário é o nome atribuído ao Acólito ou Menino do coro/coroinha responsável por segurar a vela que significa a Luz que é Cristo.


Conjunto Cerimoniário.    CÓD: VPC-009         
São Tarcísio
(Padroeiro dos Coroinhas, Acólitos e Cerimoniários) 



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