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PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO

UMA BREVE LEITURA DE SUA HISTÓRIA

(Este texto retrata os anos de 1970 a 2001)

 

Antecedentes

Tudo começou a partir do bairro de Padre Andrade, que se chamava “Cachoeirinha” naqueles tempos. Um padre que morava e trabalhava na Escola Apostólica São Vicente de Paulo, atualmente Colégio São Vicente, dava assistência religiosa naquele bairro, que pertencia à paróquia de Antônio Bezerra. Trata-se de Padre Francisco Juvêncio de Andrade, filho de Sobral onde nasceu em 05 de março de 1922. Ele foi ordenado padre, Lazarista, em 08 de dezembro de 1947. Durante as férias de 1950 foi visitar sua família em Sobral e, tomando banho em um açude, afogou-se. Ele era querido pelo povo de tal forma que, após sua morte prematura, começou a chamar o bairro de “Padre Andrade”.

Enquanto o pároco de Antônio Bezerra, Padre João Pessoa construiu uma pequena casa ao lado da igrejinha de Padre Andrade, os padres da Escola Apostólica continuavam a dar assistência religiosa no bairro, trazendo também benefícios materiais ao bairro (Padre Hermano Mestrom principalmente). Na mesma época as Irmãs Niceta e Alice, que moravam no colégio Santa Izabel, andavam por lá, dando assistência ao povo na área de saúde e ajudando na catequese.

Data da Ereção:

O pastoreio episcopal de Dom José de Medeiros Delgado, fazendo sobressair apenas a criação das paróquias e as principais ações realizadas em seu pastoreios episcopal.

A Igreja de São Pedro e São Paulo do Bairro Quintino Cunha é elevada a paróquia em 17 de maio de 1970 pelo então Dom José de Medeiros Delgado.

Histórico:

Criada Por dom José Antonio Aparecido Tosi Marques pelo Decreto nº 013/2013 – do dia 26/12/2013

—–

Arquidiocese de Fortaleza, Estado do Ceará
D. José de Medeiros Delgado
Por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

DECRETO Nº 24 – 17/05/1970

CRIAÇÃO DA PARÓQUIA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO
DO BAIRRO PADRE ANDRADE

Ao que o presente Decreto virem, saudação, paz e benção no Senhor.
Valendo-Nos dos poderes que Nos são outorgados pelo Cânon 1414 § 2 do Código de Direito Canônico e pelos cânones 1426, 1427;
Tendo ouvido os Vigários interessados no território de que se trata, no presente Decreto;
Recebendo parecer favorável dos Consultores Arquidiocesano,
HAVEMOS POR BEM erigir, como de fato erigimos, a paróquia de SÃO PEDRO E SÃO PAULO, do bairro Padre Andrade, dessa cidade Arquidiocesana de Fortaleza, compreendendo os bairros Padre Andrade, Jardim Iracema, Jardim Guanabara, Quintino Cunha e Sítio Boatan.
Determinamos os seguintes limites para a nova paróquia:
COM A PARÓQUIA DE CARLITO PAMPLONA: saindo do ponto de cruzamento da Rua Dom Maurício com a estrada de ferro Fortaleza-Sobral, segue o limite em linha reta até chegar à rua Lafaiete; continua por essa rua, atravessa a avenida Coronel Carvalho; daí segue o calçamento para a Barra do Ceará e continua pela rua Parambu até o rio.
COM A PARÓQUIA DE CAUCAIA: segue a linha de limite do rio no ponto em que se encontra com a rua Parambu até a ponte que liga Antonio Bezerra com Caucaia.
COM A PARÓQUIA DE ANTONIO BEZERRA: Voltando da ponte pela Avenida Miter Hull, segue pela travessa Perdigão Sampaio em direção ao norte até encontrar a estrada de ferro, dirigindo-se por essa até o ponto de partida: o cruzamento dessa estrada com a rua Dom Maurício.
O trilho forma o limite com a paróquia de Antonio Bezerra, deixando, porém, as ruas em torno da Escola Apostólica para a nova paróquia.
Determinamos, igualmente, que a nova paróquia seja amovível, de acordo com o Canon 454.
Por esse nosso Decreto, ficam, também, automaticamente modificados os limites das paróquias de Caucaia, Antonio Bezerra e Carlito Pamplona, naqueles pontos que são necessários para a formação do território da nova paróquia.
A igreja de São Pedro e São Paulo fica elevada à categoria de Igreja matriz, com todos os direitos prórpios das igrejas Paroquiais, inclusive o uso de Pia batismal.
Todos os fiéis que habitam no território da paróquia da São Pedro e São Paulo, prestam toda obediência ao Rvmo. Vigário e com ele colaboram para a glória de Deus e bem das almas.
Dado e passado em nossa Cúria Metropolitana de Fortaleza, aos 17 de maio de 1970, festa de Pentecostes.

+ José Arc. Metropolitano
+ JOSÉ – ARCEBISPO METROPOLITANO
Padre Francisco Pinheiro Landim
Sub-secretário do Arcebispado

Os primeiros passos da paróquia

No ano de 1970, em reunião entre Padre João Vicente van Ginneken, Visitador dos Lazaristas, Padre João Pessoa, pároco de Antônio Bezerra e Padre Teodoro Kehrens, foram examinados as possibilidades de os Lazaristas assumirem a nova paróquia. Em seguida foram desmembrados os seguintes bairros da paróquia de Antônio Bezerra: Padre Andrade, Jardim Iracema (Santo Antônio da Floresta), Olavo Oliveira, Quintino Cunha e todas as áreas chamadas hoje de São Francisco, São Lucas, Malvinas, Cidade Oeste, Alto Jerusalém e Vila Nova. Naquele tempo moravam em todo este território apenas 5.000 pessoas! A nova paróquia fazia limites com as paróquias de Antônio Bezerra (linha de ferro), Carlito Pamplona (Av. Conselheiro Lafayette) e Caucaia. A Escola Apostólica, embora ficando dentro dos limites da paróquia de Antonio Bezerra, havia de fazer parte de nova paróquia, uma vez que lá morasse dentro dos limites da paróquia. Reza o documento da fundação da paróquia, assinado por Dom José de Medeiros Delgado, Arcebispo de Fortaleza: ”Todos os fiés que habitam no território da paróquia de São Pedro e São Paulo, prestem toda a obediência ao Revmo. Vigário e com ele colaborem para a glória de Deus e o bem das almas”. (Livro Tombo, anexo na p. 2)  

Padre Teodoro Kehrens 
Fundador e 
primeiro 
vigário da nossa paróquia.

A nova paróquia foi entregue aos padres Lazaristas e foi nomeado Padre Teodoro Kehrens como primeiro vigário. Ele escolheu Pedro e Paulo como Padroeiros.

Embora já houvesse um movimento religioso mais acentuado no bairro de Padre Andrade, Padre Teodoro optou pelo bairro Quintino Cunha para construir a casa dos padroeiros, tornando este bairro o centro da paróquia.

Padre Teodoro escreveu no Livro Tombo: “Desde o mês de março comecei a trabalhar para obter um terreno próprio no bairro Quintino Cunha, para ali construir o futuro centro da paróquia. No dia 25 de maio apareceu um decreto do Sr. Prefeito Dr. José Walter Cavalcante, doando uma parte da quadra 60 situada no dito bairro. O diário oficial do município de Fortaleza publicou no mesmo dia o decreto. Daí em diante comecei a fazer a via sacra de uma repartição à outra, para depois poder fazer a escritura do terreno de modo que a paróquia podia se considerar dona. Demorou muito. O terreno pertencia antes á família Carvalho.” (Livro Tombo, p. 3)

Já em 04 de outubro de 1971 iniciou-se a construção da Igreja de Quintino Cunha, tornando-se a mesma oficialmente matriz da nova paróquia. Os custos da construção foram assumidos, quase que totalmente, por entidades na Holanda e na Alemanha. Em 29 de junho de 1972 foi entregue ao povo de Deus a igreja de Quintino Cunha.

No mesmo ano, sob a firme liderança da Irmã Niceta foi concluída a construção do posto médico em Padre Andrade. Na casa ao lado da igreja de Padre Andrade vieram morar as primeiras irmãs no dia de Natal de 1972: Niceta, Alice e Ruth.

Desenvolvimento: presença em todos os bairros

Em 1974 foi dado início á reforma e ampliação da igreja de Padre Andrade.

No ano de 1978 começou a construção da igreja de Jardim Iracema. Até então as missas, esporadicamente, eram celebradas no colégio municipal José de Alencar, ao lado do terreno da futura igreja, terreno este que servia de feira pública às terças-feiras. A documentação do terreno foi conseguida no ano de 1978, após muita espera e perseverança. A nova casa de Deus ficou pronta em 13 de junho de 1979, sendo dedicada ao seu padroeiro Santo Antônio. Dom Aloísio Lorscheider fez a bênção.

No fim dos anos oitenta, Padre Frederico Knibbeler começou um trabalho pastoral no bairro de São Francisco, cuja igreja foi inaugurada em 1987.

E nos primeiros anos da década de noventa, enquanto padre Antônio Gercês era pároco, foi dado início à construção da igreja de São José no bairro de Olavo Oliveira. O documento do terreno onde hoje se localiza a igreja foi conseguido por Padre Teodoro em 1970, conforme lemos no Livro Tombo, p. 2 (verso): “No dia 19 de agosto de 1970 recebi a escritura do terreno doado pela família Adelberto Studart situado o dito terreno no bairro Sítio Boatan, quadra 38, lotes 1, 2, 3 e 4, medindo 53x33 metros. O terreno foi destinado para o serviço religioso-social e conforme a cláusula da escritura não pode ser vendido nem alienado por motivo algum.”

Na mesma época começaram os trabalhos mais organizados nas pequenas comunidades de Pantanal (no Padre Andrade), Malvinas, Alto Jerusalém e Vila Nova (antigo “Inferninho”), continuando pelo pároco Geraldo Frencken. A capela de São Lucas já existia há muito tempo.

No ano de 2001, após 31 anos, a paróquia foi divida em duas partes: Quintino Cunha e Olavo Oliveira e comunidades de um lado e, do outro lado da “pista da barra”, Jardim Iracema e Padre Andrade. Do lado do Quintino Cunha foram criadas áreas pastorais como a da Cidade Oeste e assim por diante.

Concluímos esta primeira parte desta pequena apresentação com uma palavra dedicada ao Padre Teodoro. Podemos dizer que ele teve a feliz idéia de não querer construir uma matriz que ficasse num lugar central de toda esta área, pois sempre seria um local distante para muita gente. Optou, portanto, no início, por três centros, que chamava de“centros de irradiação religiosa”: Padre Andrade, Quintino Cunha e Jardim Iracema. Como homem prático, construiu as igrejas com anexos, de tal forma que, nos seus aposentos, um padre podia, caso necessário, passar a noite. Foi esta visão de futuro que fez com que nos três bairros pudesse ser desenvolvido um trabalho pastoral mais perto do povo.

 

Padre Teodoro Kehrens
Vigário entre 1970 e 1986

 

As opções e linhas pastorais

Pastoralmente falando, a paróquia desenvolveu seus trabalhos na base de seis linhas pastorais complementares: 

  1. Pastoral sacramentalista
  2. Formação de pastorais e grupos afins
  3. Formação do povo, especialmente dos agentes de pastoral
  4. Obras de promoção humana e assistência aos mais pobres
  5. Uma igreja missionária
  6. Organização pastoral da paróquia

1. Pastoral dos sacramentos

A partir do Concílio Vaticano II (1962-1965), a Igreja se conscientizou a respeito da prática dos sacramentos: não faz sentido administrar sacramentos, sem que haja uma devida preparação das pessoas a fim de que saibam e entendam um pouco a respeito da significância de um sacramento para a vida de dia-a-dia (Sacramento como graça que vem de Deus e como tarefa adquirida pela pessoa que recebe o sacramento). As pessoas haviam de ser preparadas melhor para poderem receber algum sacramento, especialmente o Batismo, a Eucaristia e a Crisma. Foram introduzidos, desde o começo da paróquia, os cursos de preparação para os sacramentos. Resultado imediato sentia-se principalmente na catequese: cursos e mais cursos a fim de preparar melhor as (os) catequistas que, por sua vez, preparavam as crianças para a Primeira Comunhão! Este trabalho ganhou dimensões cada vez mais ricas na época do Padre Santana e depois.

2. Formação de pastorais e grupos afins

No ano de 1971 foi formado o primeiro grupo pastoral no bairro Quintino Cunha, sendo a Legião de Maria. Muitas outras pastorais seguiam, além de grupos devocionais e pastorais afins: Apostolado da Oração, grupos de jovens, pastoral da liturgia, E.C.C., pastoral do idoso, pastoral da criança, clube de mães, clube de pais, pastoral do dízimo, etc. etc. . Praticamente todas estas pastorais tinham seus grupos em cada igreja, ou seja, havia muita gente envolvida nas pastorais, o que, às vezes, dificultava um acompanhamento mais adequado. Mas havia muita vibração, em geral, apesar de, às vezes, terem aparecido problemas mais sérios.

 3. Formação do povo, especialmente dos agentes de pastoral

A Igreja, a partir dos documentos conciliares, era vista como “Povo de Deus”.  Sentia-se cada vez mais a necessidade de instruir mais e melhor este povo e principalmente aqueles que dirigiam os trabalhos pastorais, a fim de que pudessem compartilhar melhor as atividades e carregar as responsabilidades. Já nos primeiros anos da paróquia foram formados grupos de estudo bíblicos. No passar de tempo foram organizados cada vez mais encontros e cursos de formação e respeito de assuntos diversos, muito a partir da época de Padre Santana como pároco. Todos os coordenadores de pastorais e grupos afins haviam de participar destes momentos de formação. Atenção especial foi dada à formação dos catequistas e animadores de Crisma. A paróquia chegou a confeccionar seus próprios subsídios para estas pastorais. Podemos dizer que, durante muitos anos, a paróquia foi exemplar, dentro da Arquidiocese de Fortaleza, no requisito de formação de seus agentes de pastoral.

4. Obras de promoção humana e assistência aos mais pobres

Havia três razões que fosse dada muita atenção aos trabalhos ligados à promoção humana e à assistência aos mais pobres:

a.)    A ordem que vem do evangelho para a prática da caridade.

b.)    Pelo fato que a paróquia estava sob a responsabilidade dos Lazaristas, congregação fundada por São Vicente de Paulo, que tinha como regra de ouro: “Os pobres são os nossos mestres”;

c.)    O fato que os moradores dos bairros que compunham a paróquia eram, em grande parte, pobres e/ou muitos pobres, tendo chegado a Fortaleza de todos os cantos do interior do Estado. 

Para exemplificar esta preocupação, podemos ler a respeito do ano de 1976: “Atendimento médico três vezes por semana. Atendimento dentário diariamente. Alimentação: INAM beneficia 825 pessoas com leite, arroz, fubá, açúcar e farinha, principalmente mães gestantes. Houve dois cursos de datilografia com 25 alunos cada, dois cursos de auxílio de escritório com 35 participantes cada, um curso de vendedor lojista com 30 participantes, um curso de protocolo de arquivo com 30 participantes um curso sobre leis trabalhistas com 25 participantes, dois cursos de cabeleireiro com 25 participantes cada, seis cursos de dinâmica de grupos e relações humanas, três cursos de corte profissional cada com 20 participantes, dois cursos de arte culinária, cada com 20 participantes, um curso de pintura com 30 participantes, seis cursos para mães gestantes, cada com 25 participantes, uma escola de pais, com sessenta casais.” (Livro Tombo, p. 13 e 13 verso). 

Havia sempre uma preocupação com uma evangelização que devia visar o homem todo e todos os homens, ou seja, a igreja sabia ter por obrigação evangélica uma atuação e estilo de evangelização que visasse o bem estar das pessoas, tanto da alma, como do corpo. A fundação do “Pequeno Mundo” (Padre Andrade), em 1986, e do “Centro Social São Vicente de Paulo” (Olavo Oliveira) e, 1996 dão testemunho disso, como também a ação social de diversas pastorais e grupos afins, como a pastoral da Criança, Clube de mães e Pastoral do Idoso.

Atenção a grupos especiais, como o negro, resultou numa bela iniciativa do Padre José Santana da Silva quando criou a assim chamada “Missa Afro” em 1987.

5. Uma igreja missionária.

Foi mais a partir do Padre José Santana que começou um trabalho de conscientização das pastorais e do povo em geral, que toda Igreja, se quiser ser fiel ao Evangelho, há de ser missionária. Que Igreja é esta? É aquela que se preocupa, principalmente, com aquilo que ainda não foi feito, que corre atrás daquela gente que ainda não teve oportunidade de sentir, de perto, o calor humano do amor divino. É a Igreja que deseja ser ponto unificador entre as pessoas, em torno da proposta para a vida, lançada por Jesus Cristo. Significa, portanto, que não podemos nos sentir bem em vermos as nossas igrejas lotadas na hora da celebração da Eucaristia, pois há muita gente que ainda não participa da Ceia do Senhor, sentindo falta de tudo em sua vida de dia-a-dia. Foram feitos grandes concentrações, por exemplo, no mês de outubro, mês das missões.

Assim foram organizadas missões por ocasião dos 25 anos da Paróquia, em 1995. Estas missões foram realizadas, estendendo o convite de participação a todos que formam a Igreja viva de Cristo Jesus. O objetivo geral era: a revitalização da fé, inserida na vida e a tomada de consciência do compromisso que o cristão tem para com o mundo, a sociedade em que vive no sentido de aproximar as pessoas ao seu Deus e colocar este Deus na vida de todos!

Grandes concentrações sempre aconteciam na abertura e término da Campanha da Fraternidade em pontos diversos da paróquia também no intuito de unir e caminhar, pois a Igreja missionária é aquela que está sempre a caminho.

Também mencionamos os trabalhos desenvolvidos nas pequenas comunidades, a fim de descentralizar o mais possível os trabalhos pastorais. O trabalho dos seminaristas Evaldo Carvalho dos Santos e Raimundo Nonato Cândido da Silva foi essencial junto às comunidades de São Lucas, Malvinas, Alto Jerusalém e Vila Nova. Muitos estudos e encontros de formação fizeram com que as pessoas engajadas nestas comunidades foram conscientizadas a respeito da importância da comunidade local. Os dois seminaristas foram ordenados sacerdotes em 10-02-1998, sendo que Padre Evaldo tornou-se, mais adiante, pároco da paróquia.

6. Organização pastoral da paróquia

Uma vez que o número de grupos e pastorais sempre crescia, tornava-se cada vez mais necessária estruturar e organizar melhor os trabalhos, a fim de que não se perdesse de vista objetivos comuns. Por isso foi criado, já em 1974, o primeiro conselho paroquial que se reuniu pela primeira vez em 08 de dezembro daquele ano, tendo como membros: Padre Teodoro, Irmã Niceta, Celine Nunes de Castro Sousa, Raimundo Cândido da Silva, Rosali Saraiva da Costa e Adauto Policarpo Ferreira.

Já Padre Santana criou os conselhos pastorais por igreja, além de continuar com o conselho paroquial, constituído por representantes de cada igreja. Tornava-se mais fácil organizar certas atividades em nível paroquial que tinham sempre como objetivo principal unificar todas as pessoas desta imensa área que formava a paróquia de São Pedro e São Paulo. A partir destes conselhos pastorais era formada, através de eleições, de dois em dois anos, o conselho paroquial, também com representantes das pequenas comunidades em construção (São Lucas, Malvinas, Vila Nova e Alto Jerusalém). Foi também a partir de então que começaram a ser realizadas as Assembleias paróquias, de dois em dois anos, a fim de estabelecer as prioridades pastorais e eleger o conselho paroquial. 

São estas apenas algumas anotações que retrataram um pouco a história dos anos 1970 a 2001 da paróquia São Pedro e São Paulo, até que a mesma tenha sido dividida em duas. A história, mas recente poderá ser descrito em momento posterior. A finalidade deste texto é apenas servir de guia para um primeiro estudo juntamente com aqueles que estão se preparando para as missões que estão sendo realizadas em razão dos 40 anos da paróquia.


Pedimos carinhosamente que este escrito seja usado somente para uso interno.



Fortaleza, 14 de março de 2010.




Os vigários desde a fundação:
 
Padre José Santana da Silva
Vigário de 1986 a 1989
Quando foi brutalmente assassinado em oito de dezembro de 1989
por motivos até hoje não esclarecidos a contento.


NOSSOS PÁROCOS:

Padre Theodoro
Theodoro Kehrens
1970 a 1986
Padre Theodoro
Theodoro Kehrens
1986 a 1988
Padre Santana
José Santana da Silva
1988 a 1989
Padre Geraldo
Padre Geraldo Frencken
1990 a 1991
Padre Antonio
José Antônio Garcês de Oliveira 
1991 a 1994
 
Padre Geraldo Frencken

1994 a 1999
Dom Fernando Barbosa 
 1999 a 2000
 

Padre Sergio
Francisco Sérgio de Oliveira 
 
2000 a 2005 

Padre Bonifacio
João Bonifácio dos Santos 
2005 a 2008
Padre Evaldo
Evaldo Carvalho dos Santos 
2008 a 2010 
Padre Marcos
Marcos José Martins P. Tavares
2010   a 2016
Padre Evaldo
Evaldo Carvalho dos Santos 
2016 a 






VIGÁRIOS



Marcos José Martins Pereira Tavares
Vigário 2008 a 2010

Padre Francisco Ivo
Vigário 2010

Padre Pedro Ribeiro
V
igário 
03/2012

 


A EVOLUÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO.

              
       


                        


                        

  
                     
 





Colaboração: 
Paula Fernandes


   


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